Tu, Senhor,
conservarás em perfeita paz aquele cujo propósito é firme; porque ele confia em
Ti. Isaías 26:3
Orar ao Grande Médico pela
cura do ser traz a bênção de Deus. A oração nos une uns aos outros e a Deus. A oração traz Jesus ao nosso lado e concede nova força e graça à pessoa esmorecida e a perecer. Por meio da oração, os enfermos têm sido incentivados a acreditar que Deus olhará com compaixão para eles. Um raio de luz penetra o coração em desespero e se torna um cheiro de vida para a vida. As orações “venceram reinos, praticaram a justiça, alcançaram promessas, fecharam as bocas dos leões, apagaram a força do fogo” – saberemos o que isso significa quando ouvirmos o relato de mártires que morreram por sua fé – “puseram em fuga os exércitos dos estranhos” (Hb 11:33, 34).
cura do ser traz a bênção de Deus. A oração nos une uns aos outros e a Deus. A oração traz Jesus ao nosso lado e concede nova força e graça à pessoa esmorecida e a perecer. Por meio da oração, os enfermos têm sido incentivados a acreditar que Deus olhará com compaixão para eles. Um raio de luz penetra o coração em desespero e se torna um cheiro de vida para a vida. As orações “venceram reinos, praticaram a justiça, alcançaram promessas, fecharam as bocas dos leões, apagaram a força do fogo” – saberemos o que isso significa quando ouvirmos o relato de mártires que morreram por sua fé – “puseram em fuga os exércitos dos estranhos” (Hb 11:33, 34).
Ouviremos a respeito dessas vitórias quando o Capitão da
nossa salvação, o glorioso Rei do Céu, abrir os registros diante daqueles sobre
os quais João escreveu: “São estes os que vêm da grande tribulação, lavaram
suas vestiduras e as alvejaram no sangue do Cordeiro” (Ap 7:14). [...]
Cristo, nosso Salvador, foi tentado em todos os pontos
como nós o somos, contudo, Ele era sem pecado. Assumiu a natureza humana,
tornando-Se em semelhança de homens, e Suas necessidades eram as necessidades
de um homem. [...]
A oração precedia e santificava todo ato de Seu
ministério. Ele manteve comunhão com Seu Pai até o fim de Sua vida, e quando
foi pendurado na cruz, saiu de Seus lábios o doloroso brado: “Deus Meu, Deus
Meu, por que Me desamparaste?” (Mc 15:34). Então, em uma voz que alcançou até
os confins da Terra, exclamou: “Pai, nas Tuas mãos entrego o Meu espírito!” (Lc 23:46). Os períodos
noturnos de oração que o Salvador passava na montanha ou no deserto eram
necessários para prepará-Lo para as provas que Ele deveria enfrentar nos dias
seguintes. [...]
Todas as coisas são possíveis ao que crê. Ninguém que vá
ao Senhor com sinceridade de coração ficará desapontado. Como é maravilhoso que
possamos orar eficazmente, e que mortais indignos e falhos possuam o poder de
apresentar a Deus os seus pedidos! [...] Pronunciamos palavras que alcançam o
trono do Rei do Universo (Review and Herald, 30 de outubro de 1900).
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