Sexo antes da hora?


Se você cedeu ou está prestes a ceder à pressão da nova moralidade, preste atenção a esta palavra atribuída à psicóloga Mary Calderone: “Os riscos a longo prazo não compensam os prazeres a curto prazo”.

Pondere você mesmo que o amor livre não compensa mesmo. Há um risco de uma gravidez, que quase sempre leva ao aborto, numa tentativa de esconder ou remover as
consequências do pecado sexual. Há o perigo das doenças venéreas, que aumentou exatamente por causa dos modernos antibióticos. Há o risco da Aids ainda incurável. Há o sério problema do sentimento de culpa, porque até hoje “ninguém inventou um diafragma para a alma e para a consciência” (Billy Graham). Além destes riscos reais, já outros incômodos que não devem ser desprezados: a marginalização da mulher por uma sociedade que ainda existe um comportamento sexual para o sexo feminino e outro para o sexo masculino, a perda da capacidade de amor, pois os “amantes modernos aprendem a fornicar, mas não a amar” (Tristan Coffin).

Para o cristão autêntico, o maior de todos os ricos, todavia, é pecar contra Deus. Não haveria pecado se não houvesse normas. Mas, já que há normas, e elas estão inscritas na Revelação e no fundo da consciência de cada um, a promiscuidade sexual está debaixo da condenação de Deus.

Na verdade, a nova moralidade é sopa no mel. Facilita a livre expressão dos desejos carnais. Torna a conduta moral mais difícil. Mas não modifica em nada a lei de Deus. “É melhor casar do que viver abrasado” (I Coríntios 7:9). É melhor casar do que fornicar. Porque os riscos a longo prazo de qualquer união estranha ao matrimônio não compensam os prazeres a curto prazo!

(Em Letras Grandes, Ultimato)
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