Pedra de Pão Doce

Agora Jesus sabia que tudo estava completado. João 19:28

Atenção! Apresento a você, hoje, o nosso superdestino: um monólito com gnaisse facoidal de rocha metamórfica originada do granito. Entendeu tudo? Nem eu! Mas, também, não precisa. Essa é só a definição científica complicada de um dos mais belos pontos turísticos do nosso Brasil: o famoso Morro do Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro.

Subir seus 396 metros de altura – como um prédio de 130 andares – dentro de um bondinho pendurado por cabos aéreos é, sem dúvida, uma aventura e tanto. Lá de cima, a vista indescritível de praias, morros e prédios comprova o justo apelido de Cidade Maravilhosa – tão defendido pelo povo carioca.


O apetitoso nome dessa rocha foi dado pelos portugueses que, no apogeu do cultivo da cana, achavam a imensa pedra parecida com os pedaços de açúcar enviados para a Europa. Séculos depois, o Pão de Açúcar ainda encanta milhões de turistas que vêm ao Rio de Janeiro para admirá-lo e fotografá-lo. Afinal, não é algo que se enxerga sempre por aí.

Fico imaginando quando Satanás tentou Jesus a transformar pedras em pães. O Salvador devia esta com muita fome após 40 dias em jejum. E Ele sabia que, num estalo de dedos, poderia fazer do Monte Everest um delicioso pão macio e quentinho, daqueles que derretem na boca. Para mim e para você, talvez não pareça algo tão tentador, por uma única razão: simplesmente não podemos fazer isso! Mas você consegue visualizar a cena? Cristo, com poder de assar o maior pão açucarado do mundo, e tendo que rejeitar isso tudo para não cair na cilada do inimigo?

Jesus venceu a traiçoeira sugestão de Satanás porque sabia que não poderia – jamais – usar Seu poder criador em causa própria. Por isso Ele também sofreu tanto na cruz. Ele poderia ter descido de lá com somente meia piscada do olho esquerdo! Mas Cristo foi até o fim. Além de não ter transformado pedra em pães, Ele gritou para o Universo: “Está consumado!” E só por causa disso é que podemos viver este dia na esperança de algo muito melhor.

Vamos convidar Deus para nos ajudar a vencer nossas próprias tentações? Vamos viver este dia dependendo completamente dEle? Isso será mais gostoso que o maior pão doce que você possa imaginar. E nossa salvação será o maior banquete que Jesus poderia receber naquele dia de fome.

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