Oportunidade perdida

Por isso, enquanto temos oportunidade, façamos o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé. Gálatas 6:10.
















Conta-se que a rainha Vitória da Inglaterra sentia grande prazer em passear a pé pelas ruas da vila de Windsor. Certa ocasião, surpreendida por uma chuva, buscou abrigo na casa de uns sitiantes, e, ao sair, pediu um guarda-chuva emprestado. A dona da casa mirou-se com suspeita, e disse:

- Tenho dois guarda-chuvas. Dar-lhe-ei o mais velho, pois sei que não mais o verei.

No dia seguinte, um mensageiro trouxe o guarda-chuva de volta e, com ele, um belo presente em dinheiro. Surpresa a mulher perguntou:

- Quem foi a dama que pediu o guarda-chuva emprestado?

- Minha senhora – retrucou o mensageiro – foi sua rainha.

- Oh! minha rainha! Minha rainha! Se eu tão-somente soubesse! Com que alegria lhe daria o melhor que tenho!

Jamais uma segunda oportunidade lhe bateu à porta.

“Enquanto tivermos oportunidades”, escreveu Paulo, “façamos bem a todos”. As oportunidades vêm e vão inesperadamente. Incumbe-nos reconhecê-las e agir com prontidão.

Quando autorizado pelo procurador Félix a fazer sua defesa perante o rei
Agripa, numa assembléia que reunia as notabilidades da cidade de Cesaréia, Paulo reconheceu sua oportunidade, e fez dela o melhor. Não somente se defendeu das acusações feitas contra ele pelos judeus, mas, no final, apelou à consciência do rei: “Acreditas, ó rei Agripa, nos profetas? Bem sei que acreditas”. Emocionado, Agripa respondeu: “Por pouco me persuades a me fazer cristão.” Atos 26:27 e 28. Para Paulo, foi uma oportunidade única de pregar o evangelho. Nunca mais se defrontaria com aquele mesmo grupo de pessoas. Mas, para Agripa também, foi uma oportunidade única de se decidir por Cristo. Soube ele aproveitá-la? A eternidade irá dizer.

“Hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais os vossos corações.”
Heb. 4:7. Amanhã poderá ser tarde demais.

-> Autor: Desconhecido

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