Cuidado com o pecado ostensivo!

O pecado ostensivo está em voga outra vez. Quanto mais chocante, quanto mais público, quanto mais agressivo, quanto mais pervertido – mais o pecado ostensivo cumpre o seu objetivo de causar impacto, derrubar instituições e soltar as amarras que prendem o homem às normas tradicionais de comportamento. O propósito é substituir o bom senso pela loucura, a liberdade pela libertinagem, o bem pelo mal, a virtude pelo vício.


Os defensores do pecado ostensivo afirmam que ele é necessário para acabar com a mania religiosa, com a bobagem que se chama o temor do Senhor, com o retrógrado sentimento de culpa, com os esquemas que ainda atrapalham a desenvoltura plena de todos os apetites da carne.

É uma questão de direitos humanos, explicam: o direito do amor livre, a livre opção sexual (com ou sem Aids), o direito do aborto, e muitos outros “direitos”.

A filosofia e o programa dos partidários da ousadia pecaminosa esbarram num obstáculo muito sério: Deus existe. E Ele é zeloso de Sua santidade e justiça. Em pelo menos seis milênios de história, não foi possível acabar com o sentimento religioso nem com os tais esquemas de segurança da justiça. Quando a medida do pecado ostensivo se enche, o juízo de Deus se manifesta, como muito bem ensina a história.

Portanto, se você age como se Deus não existisse, é preciso tomar muito cuidado. É tolice lutar contra Deus. De Deus não se zomba. Peça demissão do partido do pecado ostensivo e abrigue-se na misericórdia divina. Ainda há tempo.

(Em Letras Grandes, Ultimato, adaptado - via Amilton Menezes)
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