Papa Bento 16 renuncia! Profecia ou estratégia?

É a primeira vez, desde a Idade Média, que um papa renuncia ao cargo. O último Sumo Pontífice a renunciar foi Gregório XII, em 1415. Bento XVI é o sexto Papa a renunciar ao cargo. O líder católico disse em um comunicado que está “plenamente consciente da dimensão do seu gesto” e que renuncia do cargo por livre e espontânea vontade. Um dos motivos da renúncia seria sua idade avançada. O pontífice completa 86 anos em abril deste ano. Joseph Ratzinger foi o primeiro alemão a ser nomeado Papa desde o século 11.

“Após ter repetidamente examinado minha consciência ante Deus, eu tive a certeza de que as minhas forças, devido à idade avançada, não são mais ideais para um adequado exercício do ministério Petrino”, disse o Papa em comunicado. Veja na íntegra, no fim deste post. Em diversas ocasiões, ele se manifestou contra métodos anticoncepcionais, o aborto e o casamento gay.


O pontificado de Bento 16 começou em abril de 2005 e passou rápido. Segundo informações do jornal espanhol El País, um dos grandes favoritos para suceder Bento 16 é o italiano
Angelo Scola, arcebispo de Milão, ex-patriarca de Veneza e membro do movimento ultracatólico Comunhão e Liberação.

“Nos pegou de surpresa”, afirmou o porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi. Segundo ele, o papa tomou sua decisão com “grande coragem e determinação”, “consciente dos problemas que a igreja enfrenta atualmente”.

“Eu declaro que renunciarei ao ministério do Bispo de Roma, Sucessor de São Pedro, a mim confiado pelos cardeais em 19 de abril de 2005″.

Georg
Ratzinger, irmão do Papa Bento XVI, disse nesta segunda-feira (11) à France Presse que sabia “havia alguns meses” que o pontífice planejava renunciar ao cargo, por conta de sua idade avançada.

Com a saída do Joseph
Ratzinger, surgem algumas indagações sobre o futuro do catolicismo e as profecias do fim. Qual será a estratégia da Igreja Católica para se recuperar de tantas perdas nos últimos 8 anos? Como reagir ao forte e rápido crescimento dos evangélicos, principalmente no Brasil? O título deste artigo e as perguntas apresentadas devem provocar uma reflexão e maior busca da Verdade Bíblica. Agora vamos falar um pouco sobre um ponto da fala do líder católico.Haveria mesmo um sucessor de Pedro?

Quem foi o primeiro papa? Quem está com a verdade? Quem manda na Igreja?

A Igreja católica preparou uma relação de papas, em que o apóstolo Pedro aparece como sendo o primeiro. Contudo, a história e a Bíblia não sustentam esta pretensão. Foi no quarto século de nossa era que mudanças aconteceram na política da Igreja primitiva, quando foram introduzidos conceitos metropolitanos e patriarcais no sistema episcopal. Havia quatro principais pretendentes a liderança da Igreja – os bispos de Roma, Constantinopla, Antioquia e Alexandria – sendo Roma e Constantinopla os predominantes.
A transferência da sede do governo imperial para Constantinopla, em 330 AD, contribuiu pesadamente para dar o primado ao bispo de Roma, porque agora era a figura mais importante na capital ocidental – Roma. O bispo de Roma, no trono dos Césares, se tornou o maior homem do Ocidente e logo foi forçado (quando os bárbaros invadiram o império) a tornar-se o chefe político e espiritual. Nascia um novo império eclesiástico – a união da Igreja Católica com o governo civil de Roma, tomando a forma da gigantesca Igreja Romana.

A última doação do imperador Constantino, entregando ao papa Silvestre o palácio imperial e a insígnia, e ao clero os orçamentos do exército imperial, representa, sem dúvida, uma transferência de poder. A igreja deixava de ser peregrina, perseguida e estrangeira, para se estabelecer como uma das mais poderosas organizações da Terra. É a partir daí que o papado adquire, formalmente, as suas características definitivas. Por isso, Silvestre (314 – 335 AD) pode ser considerado o primeiro papa.

A Igreja Católica toma a passagem de Mateus 16:13-20, como base para sua pretensão de que Pedro recebeu de Cristo uma posição de liderança da Sua Igreja, se tornando assim o primeiro papa. Esta declaração de Cristo, “sobre esta pedra”, tem sido interpretada de várias formas:

1º – a pedra simbolizando Pedro.

2º – a pedra simbolizando a fé que Pedro demonstrou em Jesus.

3º – a pedra simbolizando Cristo.


Nós podemos chegar a uma conclusão inequívoca quando pesquisamos a Palavra de Deus em busca da verdade sobre este assunto, especialmente nos escritos dos apóstolos que ouviram pessoalmente esta declaração de Jesus. O próprio Pedro jamais se referiu a si mesmo como sendo esta pedra, mas de forma clara e consistente, ele diz que esta pedra representa Cristo. Ele chega ao ponto de dizer que não há nenhum outro nome debaixo do céu, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos, a não ser através desta Pedra, rejeitada pelos homens (Atos 4:8-12; I Pedro 2:4-8).

O nosso Senhor usou várias vezes este símbolo da pedra referindo-se a Si mesmo (Mat. 21:42; Lucas 20:17-18). Em outras partes da Bíblia encontramos diversas passagens que relacionam a pedra como um termo específico para Deus (
Deut. 32:4; Salmos 18:2 e outros). Isaías 32:2, fala da grande Rocha em terra sedenta e da Pedra preciosa, angular, solidamente assentada (Is. 28:16).Em (I Cor. 10:4), Paulo diz que esta Pedra era Cristo (ver também II Samuel 22:32; Salmos 18:31).Jesus também se referiu a Pedra como sendo a Sua Palavra, a qual é o único alicerce seguro para o homem (Mateus 7:24-25), e que Ele é a Palavra Viva (João 1:1; Marcos 8:38; João 3:34; 6:63,68; 17:8).

Paulo claramente afirma que Cristo é o único fundamento da Igreja (I Cor. 3:11). Pedro também diz que Cristo é o fundamento (a Rocha) sobre o qual construímos o templo espiritual como pedras vivas, ou tijolos, (ver Efésios 2:21; I Pedro 2:4-8). Quando Pedro fez sua declaração de fé, o fez em nome de todos os demais discípulos, pois a pergunta havia sido feita para o grupo. Nenhum dos discípulos jamais entendeu que Jesus estava concedendo a Pedro uma distinção especial entre eles. Tanto é que continuavam discutindo sobre quem seria o maioral entre eles. Caso Jesus tivesse dado a Pedro uma posição de liderança não haveria mais motivo para tanta discussão.

Os escritores do Novo Testamento jamais fizeram menção de qualquer autoridade revestida sobre Pedro, muito pelo contrário, pois em várias ocasiões Pedro foi publicamente advertido por eles.

Os pais da Igreja, como Augustinho e
Crisóstomo, jamais aceitaram a idéia de Pedro como sendo o chefe supremo da Igreja. O historiador Eusébio, cita uma declaração de Clemente de Alexandria, na qual ele afirma que no concílio de Jerusalém, Pedro, Tiago e João não disputavam pela supremacia da Igreja, mas que escolheram Tiago o Justo, para ser o líder entre eles (ver Atos 15).

Como então se deve interpretar esta passagem? Na língua grega existem dois termos para pedra: 1º – “
petra” que significa uma enorme massa de rocha, a qual além de ser grande, é fixa ou imovível; 2º – “petros” que significa uma pequena pedra, ou um pedregulho.

Assim podemos dizer que Cristo se dirigiu a Pedro desta forma: Tu és “
petros” (pedregulho) e sobre esta “petra” (rocha, se referindo a Si mesmo), construirei a minha Igreja. Na parábola registrada em Mateus 7:24-27, Cristo diz que o homem sábio constrói sua casa sobre a Rocha, e que qualquer edifício construído sobre “Pedro”, ou sobre um homem falho como este discípulo, era mesma coisa que construir sua casa sobre a areia. Uma edificação sobre a Rocha sofreria tantas mudanças como as que aconteceram ao longo da história? A lista de ‘papas’ parece interminável. A Igreja de Cristo deve ficar edificada sobre Ele e não sobre homens.

O Brasil, considerado o país com o maior número de católicos, conta com cinco cardeais candidatos: o atual presidente da Conferência Nacional de Bispos do Brasil (CNBB), Raymundo Damasceno, de 75 anos; o arcebispo emérito de São Paulo, Cláudio
Hummes, de 78 anos, e o arcebispo dessa mesma cidade, Odilo Scherer, de 63 anos e ainda João Braz de Aviz, de 65 anos, e o arcebispo de Salvador, Geraldo Majella Agnelo, de 66 anos.


COMUNICADO

Queridos irmãos,

Eu convoquei vocês para esse Consistório, não apenas para as três canonizações, mas também para comunicá-los de uma decisão de grande importância para a vida da Igreja. Após ter repetidamente examinado minha consciência ante Deus, eu tive a certeza de que as minhas forças, devido à idade avançada, não são mais ideais para um adequado exercício do ministério
Petrino. Eu estou bem consciente de que esse ministério, devido à sua essencial natureza espiritual, deve ser realizado não só com palavras e ações, mas não menos com orações e sofrimento. Contudo, no mundo de hoje, sujeito a rápidas mudanças e agitado por questões de profunda relevância para a vida da fé, de modo a governar a casa de São Pedro e proclamar o Evangelho, ambas as forças mental e de corpo são necessárias, forças que em mim nos últimos meses se deterioraram a um ponto que eu tenho de reconhecer minha incapacidade para cumprir adequadamente o ministério a mim confiado. Por esta razão, e totalmente ciente da seriedade do ato, com toda a liberdade eu declaro que renunciarei ao ministério do Bispo de Roma, Sucessor de São Pedro, a mim confiado pelos cardeais em 19 de abril de 2005, de maneira que, a partir das 20h do dia 28 de fevereiro, a Sé de Roma, a Sé de São Pedro, estará vaga e um Conclave para eleger o novo Sumo Pontífice deverá ser convocado por aqueles competentes para isso.

Queridos irmãos, eu os agradeço com muita sinceridade por todo amor e trabalho com o qual vocês apoiaram o meu ministério e peço perdão por todos os meus defeitos. E agora, confiemos a nossa Santa Igreja aos cuidados de nosso Supremo Pastor, nosso Senhor Jesus Cristo, e implorar que sua sagrada Mãe Maria para que ela ajude os Padre Cardeais com a sua solicitude materna na eleição do novo Sumo Pontífice. Em relação a minha pessoa, eu desejo também devotadamente servir a Santa Igreja de Deus no futuro através de uma vida dedicada a orações.


Bento XVI


Lembre-se:

Vemos nos livros históricos que foi o Catolicismo que “perseguiu a mulher” – a igreja pura – por 1260 anos! A Bíblia e a história, “de mãos dadas”, nos dão a “chave” para a interpretação das profecias. Não há como ter dúvidas de que Daniel 7 (chifre pequeno) e Apocalipse 13 falam de Roma papal. É importante destacar que a “besta” não é “um papa”, mas o sistema papal como um todo.

É errado pegar o nome de um papa e “procurar” nele o 666. Lembra-se da época em que “acharam” o 666 no nome de João Paulo II. Como ele poderia ser a besta se hoje já está morto? Percebeu o problema? É por isso que a ‘besta’ é o sistema e não uma pessoa em si. Deus julgará cada ser humano segundo a luz que recebeu. (Mateus 16:27; Apocalipse 22:12)

Os evangélicos devem ter cautela neste instante. Os irmãos católicos merecem todo respeito e carinho. Ninguém está autorizado a fazer declarações que firam a fé e os costumes de quem pensa diferente de nós. Aguarde outras publicações sobre profecias nos últimos dias. Continua…

Seja feliz! 
(J.Washington)

A Igreja Católica Apostólica Romana é a igreja cristã mais antiga do Ocidente. Sua sede fica no Vaticano. Eis a linha sucessória dos Papas:

2005 – Bento XVI (Joseph
Ratzinger)
1978 – João Paulo II (
Karol Woityla)
1978 – João Paulo I (Albino
Luciani)
1963 – 1978: Paulo VI (Giovanni
Battista Montini)
1958 – 1963: João XXIII (
Angelo Giuseppe Roncalli)
1939 – 1958: Pio XII (Eugenio
Pacelli)
1922 – 1939: Pio XI (
Achille Ratti)
1914 – 1922: Bento XV (
Giacomo Marchese della Chiesa)
1903 – 1914: Pio X (Giuseppe
Sarto)
1878 – 1903: Leão XIII (
Giocchino Vincenzo de Pecci)
1846 – 1878: Pio IX (Giovanni Conte
Mastai-Ferretti)
1831 – 1846: Gregório XVI (
Bartolomeo Cappellari)
1829 – 1830: Pio VIII (Francesco
Saverio Castiglioni)
1823 – 1829: Leão XII (
Annibale della Genga)
1800 – 1823: Pio VII (Luigi
Barnaba Chiaramonti)
1775 – 1799: Pio VI (Giovanni
Angelo Conte Braschi)
1769 – 1774: Clemente XIV (Lorenzo
Ganganelli)
1758 – 1769: Clemente XIII (Carlo
Rezzonico)
1740 – 1758: Bento XIV (Prospero Lambertini)
1730 – 1740: Clemente XII (Lorenzo
Corsini)
1724 – 1730: Bento XIII (Pietro Francesco
Orsini)
1721 – 1724: Inocêncio XIII (Michelangelo
Conti)
1700 – 1721: Clemente XI (Giovanni Francesco
Albani)
1691 – 1700: Inocêncio XII (Antonio
Pignatelli)
1689 – 1691: Alexandre VIII (Pietro
Ottoboni)
1676 – 1689: Inocêncio XI (Benedetto
Odescalchi)
1670 – 1676: Clemente X (Emilio
Altieri)
1667 – 1669: Clemente IX (Giulio
Rospigliosi)
1655 – 1667: Alexandre VII (Fabio
Chigi)
1644 – 1655: Inocêncio X (
Giambattista Pamphili)
1623 – 1644: Urbano VIII (
Maffeo Barberini)
1621 – 1623: Gregório XV (Alessandro
Ludovisi)
1605 – 1621: Paulo V (
Camillo Borghesi)
1605 – Leão XI (Alessandro
Ottaviano de Medici)
1592 – 1605: Clemente VIII (
Ippolito Aldobrandini)
1591 – Inocêncio IX (Giovanni Antonio
Facchinetti)
1590 – 1591: Gregório XIV (
Niccolo Sfondrati)
1590 – Urbano VII (
Giambattista Castagna)
1585 – 1590:
Sisto V (Felici Peretti)
1572 – 1585: Gregório XIII (Ugo
Boncompagni)
1566 – 1572: Pio V (Michele
Ghislieri)
1559 – 1565: Pio IV (Giovanni
Angelo de Medici)
1555 – 1559: Paulo IV (
Gianpetro Caraffa)
1555: Marcelo II (Marcelo
Cervini)
1550 – 1555: Júlio III (Giovanni Maria
del Monte)
1534 – 1549: Paulo III (Alessandro
Farnese)
1523 – 1534: Clemente VII (Giulio de
Medici)
1522 – 1523: Adriano VI (Adriano de
Utrecht)
1513 – 1521: Leão X (
Giovani de Medici)
1503 – 1513: Júlio II (Giuliano
della Rovere)
1503: Pio III (Francesco
Todeschini-Piccolomini)
1492 – 1503: Alexandre VI (Rodrigo de
Bórgia)
1484 – 1492: Inocêncio VIII (Giovanni
Battista Cibo)
1471 – 1484:
Sisto IV (Francesco della Rovere)
1464 – 1471: Paulo II (Pietro
Barbo)
1458 – 1464: Pio II (
Enea Silvio de Piccolomini)
1455 – 1458: Calisto III (Alfonso de
Bórgia)
1447 – 1455: Nicolau V (
Tomaso Parentucelli)
1431 – 1447: Eugênio IV (Gabriel
Condulmer)
1417 – 1431: Martinho V (
Odo Colonna)
1410 – 1415: João XXII (
Baldassare Cossa)
1409 – 1410: Alexandre V (Pedro
Philargi de Candia)
1406 – 1415: Gregório XII (
Angelo Correr)
1404 – 1406: Inocêncio VII (
Cosma de Migliorati)
1389 – 1404: Bonifácio IX (Pietro
Tomacelli)
1378 – 1389: Urbano VI (
Bartolomeo Prignano)
1370 – 1378: Gregório XI (Pedro
Rogerii)
1362 – 1370: Urbano V (
Guillaume de Grimoard)
1352 – 1362: Inocêncio VI (
Etienne Aubert)
1342 – 1352: Clemente VI (Pierre Roger de Beaufort)
1334 – 1342: Bento XII (Jacques
Fournier)
1316 – 1334: João XXII (Jacques
Duèse)
1305 – 1314: Clemente V (Bertrand de
Got)
1303 – 1304: Bento XI (Nicolau
Boccasini)
1294 – 1303: Bonifácio VIII (Bento
Gaetani)
1294: Celestino V (Pietro
del Murrone)
1288 – 1292: Nicolau IV (
Girolamo Masei de Ascoli)
1285 – 1287: Honório IV (
Giacomo Savelli)
1281 – 1285: Martinho IV (Simão de
Brion)
1277 – 1280: Nicolau III (Giovanni
Gaetano Orsini)
1276 – 1277: João XXI (Pedro Juliani)
1276: Adriano V (
Ottobono Fieschi)
1276: Inocêncio V (Pedro de
Tarantasia)
1271 – 1276: Gregório X (Teobaldo Visconti)
1265 – 1268: Clemente IV (Guido
Fulcodi)
1261 – 1264: Urbano IV (Jacques
Pantaleon de Troyes)
1254 – 1261: Alexandre IV (Reinaldo, conde de
Segni)
1243 – 1254: Inocêncio IV (
Sinibaldo Fieschi)
1241: Celestino IV (
Gaufredo Castiglione)
1227 – 1241: Gregório IX (Hugo, conde de
Segni)
1216 – 1227: Honório III (
Censio Savelli)
1198 – 1216: Inocêncio III (
Lotário, conde de Segni)
1191 – 1198: Celestino III (Jacinto
Borboni-Orsini)
1187 – 1191: Clemente III (Paulo
Scolari)
1187: Gregório VIII (Alberto de Morra)
1185 – 1187: Urbano III (Humberto
Crivelli)
1181 – 1185: Lúcio III (Ubaldo
Allucingoli)
1159 – 1180: Alexandre III (Rolando Bandinelli de
Siena)
1154 – 1159: Adriano IV (Nicolau
Breakspeare)
1153 – 1154: Anastácio IV (Conrado, bispo de Sabina)
1145 – 1153: Eugênio III (Bernardo
Paganelli de Montemagno)
1144 – 1145: Lúcio II (
Gherardo de Caccianemici)
1143 – 1144: Celestino II (Guido di Castello)
1130 – 1143: Inocêncio II (
Gregorio de Papareschi)
1124 – 1130: Honório II (
Lamberto dei Fagnani)
1119 – 1124: Calisto II (Guido de Borgonha, arcebispo de Viena)
1118 – 1119:
Gelásio II (João de Gaeta)
1099 – 1118: Pascoal II (
Rainério, monge de Cluny)
1088 – 1099: Urbano II (
Odo, cardeal-bispo de Óstia)
1086 – 1087: Vítor III (
Desidério, abade de Monte Cassino)
1073 – 1085: Gregório VII (Hildebrando, monge)
1061 – 1073: Alexandre II (Anselmo de Baggio)
1058 – 1061: Nicolau II (Geraldo de Borgonha, bispo de Florença)
1058 – 1059: Bento X (João de
Velletri)
1057 – 1058: Estevão IX (Frederico, abade de Monte Cassino)
1055 – 1057: Vítor II (Geraldo de
Hirschberg)
1049 – 1054: Leão IX (Bruno, conde de
Egisheim-Dagsburg)
1048:
Dâmaso II (Poppo, conde de Brixen)
1046 – 1047: Clemente II (
Suidgero de Morsleben)
1045 – 1046: Gregório VI (João Graciano
Pierleone)
1033 – 1046: Bento IX (
Teofilato de Túsculo)
1024 – 1032: João XIX (conde de
Túsculo)
1012 – 1024: Bento VIII (conde de
Túsculo)
1009 – 1012: Sérgio IV (Pietro
Buccaporci)
1003 – 1009: João XVIII (João Fasano de Roma)
1003: João XVII (Giovanni
Sicco)
999 – 1003: Silvestre II (
Gerberto de Aurillac)
996 – 999: Gregório V (Bruno de
Carínthia)
985 – 996: João XV
983 – 984: João XIV (Pedro
Canipanova)
974 – 983: Bento VII
972 – 974: Bento VI
965 – 972: João XIII (João de
Nardi)
964: Bento V
963 – 965: Leão VIII
955 – 964: João XII
946 – 955: Agapito II
942 – 946: Marino II (ou Martinho III)
939 – 942: Estevão VIII
936 – 939: Leão VII
931 – 935: João XI
928 – 931: Estevão VII
928: Leão VI
914 – 928: João X (João de
Tossignano, arcebispo de Ravena)
913 – 914:
Lando
911 – 913: Anastácio III
904 – 911: Sérgio III
903 – 904: Cristóvão
903: Leão V
900 – 903: Bento IV
898 – 900: João IX
897: Teodoro II
897: Romano
896 – 897: Estevão VI
896: Bonifácio VI
891 – 896: Formoso
885 – 891: Estevão V
884 – 885: Adriano III
882 – 884: Marino I (ou Martinho II)
872 – 882: João VIII
867 – 872: Adriano II
858 – 867: Nicolau I
855 – 858: Bento III
847 – 855: Leão IV
844 – 847: Sérgio II
827 – 844: Gregório IV
827: Valentim
824 – 827: Eugênio II
817 – 824: Pascoal I
816 – 817: Estevão IV
795 – 816: Leão III
772 – 795: Adriano I
768 – 772: Estevão III
757 – 767: Paulo I
752 – 757: Estevão II
752: Estevão [II] (pontificado de apenas quatro dias)
741 – 752: Zacarias
731 – 741: Gregório III
715 – 731: Gregório II
708 – 715: Constantino
708:
Sisínio
705 – 707: João VII
701 – 705: João VI
687 – 701: Sérgio I
686 – 687:
Cônon
685 – 686: João V
683 – 685: Bento II
682 – 683: Leão II
678 – 681:
Agatão
676 – 678: Dono
672 – 676:
Adeodato II (ou Deusdedite II)
657 – 672:
Vitaliano
654 – 657: Eugênio I
649 – 655: Martinho I
642 – 649: Teodoro I
640 – 642: João IV
638 – 640: Severino
625 – 638: Honório I
619 – 625: Bonifácio V
615 – 618:
Adeodato I (ou Deusdedite I)
608 – 615: Bonifácio IV
606 – 607: Bonifácio III
604 – 606:
Sabiniano
590 – 604: Gregório I Magno
579 – 590:
Pelágio II
575 – 579: Bento I
561 – 574: João III
556 – 561:
Pelágio I
537 – 555:
Vigílio
536 – 537: Silvério
535 – 536: Agapito (ou
Agapeto)
533 – 535: João II
530 – 532: Bonifácio II
526 – 530: Félix III
523 – 526: João I
514 – 523:
Hormisdas
498 – 514:
Símaco
496 – 498: Anastácio II
492 – 496:
Gelásio I
483 – 492: Félix II
468 – 483: Simplício
461 – 468: Hilário (ou
Hilaro)
440 – 461: Leão I Magno
432 – 440:
Sisto III
422 – 432: Celestino
418 – 422: Bonifácio I
417 – 418: Zózimo
402 – 417: Inocêncio I
399 – 402: Anastácio I
384 – 399:
Sirício
366 – 384:
Dâmaso I
352 – 366:
Libério
337 – 352: Júlio I
336: Marcos
314 – 335: Silvestre I
310 – 314:
Melcíades
308 – 310: Eusébio
307 – 309: Marcelo I
296 – 304: Marcelino
282 – 296: Caio
274 – 282:
Eutiquiano
268 – 274: Félix I
260 – 268: Dionísio
257 – 258:
Sisto II
254 – 257: Estevão I
253 – 254: Lúcio I
251 – 253: Cornélio
236 – 250: Fabiano
235 – 236: Antero
230 – 235:
Ponciano
222 – 230: Urbano I
217 – 222: Calisto I
199 – 217: Zeferino
189 – 199: Vítor I
174 – 189: Eleutério
166 – 174:
Sotero
154 – 165: Aniceto
143 – 154: Pio I
138 – 142: Higino
125 – 138:
Telésforo
116 – 125:
Sisto I
107 – 116: Alexandre I
101 – 107: Evaristo
90 – 101: Clemente I
79 – 90: Anacleto (ou
Cleto)
64 – 79: Lino


Cristo é o único fundamento da Igreja (I Cor. 3:11). 
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