Amor Materno


Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna. João 3:16

Aconteceu há várias décadas, durante 
a Segunda Guerra Mundial. Todas as noites, os aviões inimigos voavam sobre Liege, na Bélgica, despejando bombas que incendiavam a cidade. Naquela noite, as pessoas se amontoaram nos porões e abrigos subterrâneos, perguntando-se se alguém sobreviveria ao pior ataque aéreo que já haviam presenciado.

A luz do dia revelou centenas de edifícios em ruínas, com muitas pessoas mortas ou gravemente feridas, presas entre os escombros. Os gritos das pessoas presas enchiam as ruas, e em breve dezenas de sobreviventes afastavam as pedras, tentando ajudar alguém cujos gemidos podiam localizar.


Os lamentos de pessoas apavoradas, à procura de seus queridos, misturavam-se com os clamores por socorro daqueles que não conseguiam desvencilhar-se dos escombros.

A população de Liege trabalhou muitos dias, tentando resgatar quem ainda estivesse vivo. No quarto dia, as equipes de resgate começaram a trabalhar em mais um prédio. Quando principiaram a escavação, ouviram os gritos de uma criança:

– Por favor, me ajudem! Estou com sede! Quero água!

O dia estava muito frio, e só depois de muitas horas chegaram ao local onde estava a criança. Não sabiam se ainda estaria viva. Começaram a falar com ela, na esperança de que se apegasse à vida até que pudessem retirá-la.

– Água – dizia ela. – Quero água.

– Como é possível estar alguém vivo sob um monte tão grande de escombros? – perguntou alguém, enquanto continuava a escavação.

Quando os membros da equipe de resgate removeram a última laje, encontraram um menino ainda consciente, com apenas alguns arranhões.

– Água – choramingava. – Quero água.

– Impressionante! – exclamou alguém. – Como pode ser? – Examinando mais de perto, entenderam. O garotinho se encontrava sob o corpo curvado de sua mãe, que o protegera como um arco do peso dos escombros e do frio do inverno.

Nos últimos segundos antes do desmoronamento do prédio, aquela mãe havia deliberadamente acolhido o filho nos braços, sabendo que seria sua única possibilidade de sobrevivência. Ela morreu para que ele pudesse viver. Ele foi salvo pelo poderoso milagre do amor materno.


Escolhendo Amigos

Não temos Amigo maior que Jesus Cristo, que morreu a fim de conceder-nos vida. Somos salvos pelo poderoso milagre do amor divino. 


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